A vida das crianças que nascem no presidio feminino
segunda-feira, 28 de março de 2011
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06:07
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Ana Letícia Lelis
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Segurança Máxima no Brasil é uma piada
sexta-feira, 4 de março de 2011
às
12:43
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Ana Letícia Lelis
Que os presídios no Brasil são uma porcaria não é nenhuma novidade. Além de superlotados, a grande maioria não dispõe de programas onde os presos trabalham, fazem cursos enfim, algo de útil ao invés de se conhecer, criar e gerenciar facções criminosas e sair de lá um bandido profissional.
Mas e as prisões de segurança máxima, aquelas em que os grandes chefões do crime, como Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, deveriam ficar totalmente isolados e impossibilitados de gerirem suas organizações criminosas? Não passam de propaganda política. Na prática, são um hotel para que eles fiquem mais confortáveis. Afinal, como explicar que Beira-Mar, um dos maiores chefões do tráfico do Brasil possa ter regalias como “porção de granola no café-da-manhã recomendada por nutricionista” ou então o creme especial para passar no rosto antes de se barbear, preparado em farmácia de manipulação?
Não sou a favor de torturar ninguém, mas esse tipo de regalia que 99% da população não pode ter, e ainda por cima pago com dinheiro sabidamente ganho através de mortes e destruição de famílias por conta de drogas? É um absurdo!
Me consola saber que ele gostaria de ter feito depilação facial a laser, mas a Justiça negou. Poxa, que maldade.
Comparemos então, as diferenças das prisões de segurança máxima no Brasil com as da Itália e Estados Unidos; países que lidam com a Máfia e outros chefões do crime organizado. A comparação é triste, mas necessária.
BRASIL
Penitenciária Federal de Catanduvas
Banho de Sol
2 horas por dia e os presos vão em grupos de 13 por vez. Podem conversar livremente entre si. Fernandinho Beira Mar conversa com os companheiros de presídio tapando a boca com uma das mãos para evitar que através das câmeras consigam fazer leitura labial, ou seja, está liberado para dar e receber “recados”.
Visitas de Familiares
1 vez por semana numa área coletiva. Diversos detentos e suas famílias se misturam. Existem microfones para captar o som do ambiente, mas é impossível distinguir uma conversa entre duas pessoas pela quantidade de gente.
Visitas Íntimas
De 15 em 15 dias o detento pode passar uma hora numa cela especial com sua mulher. A única exigência é que seja comprovado o casamento ou união estável. Nada do que se fala é gravado.
Cartas
Apenas de 2007 em diante uma decisão judicial permite que as cartas que entram e saem do presídio sejam lidas pela administração. Essa regra é excepcional e só vale para este presídiol. No restante do Brasil os presos podem enviar e receber ordens cartas livremente com a certeza de que não serão sequer abertas. Porém, Beira-Mar goza algumas regalias nesse quesito e consegue brechas para que suas cartas sejam enviadas tranquilamente…
ESTADOS UNIDOS
Regime de Segurança Máxima “Supermax”
Banho de Sol
1 hora por dia e apenas 1 preso de cada vez. Sem possibilidade de conversar e trocar informações com outros detentos.
Visitas de Familiares
Visitas acontecem apenas no chamado parlatório, que é brindado, e as conversas entre preso e visita acontecem apenas pelo interfone. As conversas são gravadas e monitoradas pelos agentes.
Visitas Íntimas
Obviamente não existem.
Cartas
Todas as correspondências são lidas por agentes treinados para identificar códigos usados pelos criminosos. As cartas podem ficar retidas por meses antes de ser enviada.
ITÁLIA
Regime de Segurança Máxima “Carcere Duro”
Banho de Sol
2 horas por dia, como no Brasil, mas em grupos de 4 presos por vez e é proibido conversas ou trocas de objetos.
Visitas de Familiares
Como nos Estados Unidos as visitas acontecem no parlatório blindado e a conversa é via interfone e também é gravada.
Visitas Íntimas
Obviamente não existem.
Cartas
Todas as cartas passam por análise dos agentes que podem retê-las de forma definitiva.
Quem pode mudar isso? Os nobres políticos que estão mais preocupados em aumentar em mais de 60% os próprios salários – mesmo tenho trabalhado apenas 5 meses no ano – afinal, como disse um Deputado, políticos são convidados para muitas festas e casamentos e gastam muito com presentes. Estes são os políticos do Brasil.
Não é preciso dizer mais nada. Os fatos falam por sí.
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Projeto revela péssimas condições de presídios femininos
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12:38
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Ana Letícia Lelis
Mais de 2 mil detentas foram atendidas pelo projeto "Mulheres Encarceradas"
23/02/2011
Danilo Augusto,
De São Paulo, da Radioagência NP
A Defensoria Pública do Estado de São Paulo divulgou os resultados obtidos nos três primeiros meses do projeto "Mulheres Encarceradas". Das 11 mil detentas do estado, mais de 2 mil foram atendidas por defensores públicos. O projeto é uma iniciativa da Defensoria em parceira com a Secretaria Especial de Políticas para Mulheres da Presidência de República. Um dos objetivos é dar assistência jurídica às mulheres encarceradas do estado.
Os 82 defensores que participam e que percorreram 37 unidades prisionais femininas constataram que mais de 1.5 mil presas, o que representa 75% das atendidas, não possuíam um advogado constituído. Para 1º subdefensor público geral, Davi Eduardo Depiné, o que mais chamou atenção nesta primeira etapa foram as péssimas condições e o tratamento oferecido para as encarceradas.
“Ainda encontra-se no estado de São Paulo diversas situações. Há mulheres que não têm acesso a absorvente íntimo e que acabam usando miolo de pão para suprir a necessidade deste produto de higiene, que é básico. Esse cenário também se agrava em situações jurídicas. Existem mulheres que estavam presas a mais de um ano sem que a prisão tivesse sido informada ao juiz competente. Ou seja, era uma encarcerada invisível que o estado não tinha conhecimento.
Davi reforça que os presídios brasileiros não oferecem condições para reabilitação dos presidiários, além de violarem direitos previstos na Constituição.
“O Brasil vive uma realidade muito triste. Se confunde os direitos dos presos, como direitos de bandidos. Defendemos que o Estado possa executar a pena que é aplicada e cumprir a medida de prisão, mas preservando os direitos que não foram suprimidos com a prisão da pessoa.”
Os defensores ainda vão percorrer mais 49 unidades prisionais até o final do projeto, que deve acabar no final deste ano.
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Massacre e corrupção nos presídios do Brasil
às
12:34
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Ana Letícia Lelis
Por MEPR 14/05/2003 às 22:46
Nova pagina 1
Massacre e corrupção nos presídios do Brasil
O companheiro Marcelo Ribeiro, preso na manifestação do MEPR no dia 24/03, Rio de Janeiro, escreveu para o Jornal Estudantes do Povo esta matéria onde relata os quatro dias em que esteve detido na Polinter. Seu texto é uma grande denúncia sobre o massacre que está ocorrendo nas prisões no Brasil. É uma questão que chega em boa hora, exatamente quando o governo Lula defende a reforma política, particularmente do judiciário, para acabar com o chamado "crime organizado". Esta é uma reforma reacionária, que legaliza dispositivos da época do regime militar, como a medida provisória baixada por Lula que aumenta de 6 meses para 1 ano o tempo de isolamento de um preso. Em meio a toda a campanha fascista dos monopólios de comunicação, que pedem sempre mais restrições aos direitos dos presos, a matéria de Ribeiro é um grito que não pode ser calado. Mostra a dignidade destes que foram empurrados pela miséria para a criminalidade e que, mesmo estando em condições subumanas mantém a cabeça erguida.
A Situação dos detentos dentro da Polinter, conhecida no RJ como "Massacre", é um espelho de todo o sistema carcerário brasileiro. Aqui não me deterei em uma análise de tal sistema, mas de minha experiência no período em que estive dentro deste cárcere.
Quando cheguei na carceragem da Polinter fiquei numa cela conhecida como triagem. Esta triagem mede aproximadamente 4m por 2m onde ficam normalmente 10 detentos, podendo chegar a 15 ou 20 segundo relatos dos próprios presos.
Dali fui transferido para o "xadrez" de número 14, que é uma cela de 14m por 2m para 12 pessoas. Nela estavam mais de 80 detentos. Logo no segundo dia houve um remanejamento de presos e a cela ficou com 65 presos. Deve-se salientar que não há sistema de ventilação, o que aumenta consideravelmente a sensação de calor que no primeiro dia chegou a 50 graus.
A minha chegada já era esperada pelos detentos pois os mesmos já haviam tido a noticia de minha prisão pela televisão. Todos que são encarcerados nas malditas masmorras são recebidos por uma comissão de presos, eleita mensalmente dentro de cada cela. Na chegada, reúnem- se com os detentos novatos e explicam todas as normas de funcionamento interno das celas. Participam também dessa reunião todos os demais presos. Foi nela que expus o motivo de minha prisão e me dispus a ajudar os detentos com o que fosse possível. Surgiu então a idéia de uma aula de alfabetização pois a grande maioria dos presos quando muito possuem a 4ª serie primaria. Logo no primeiro dia iniciamos as aulas de alfabetização que tinham 20 alunos. Usamos pedaços de papel como quadro no primeiro dia, mas logo no segundo conseguimos um pequeno quadro negro com o pretexto que serviria para o culto dos religiosos, pois se falássemos que serviriam para as "tais aulas" como diziam os policiais nunca o teríamos conseguido. O giz utilizado era um inseticida de tipo sólido, usado para matar barata, pois era o único permitido. Logo no final da 1ª aula tomei a iniciativa de iniciar um outro curso, que os companheiros de cela chamaram de "Curso de Política". Este curso teve maior participação e tive que fazer duas turmas, contando uma com 24 e outra com 26 participantes. Nesse curso discutimos sobre Revolução Russa, Revolução Chinesa e Historia da Luta do Povo.
As expressões dos presos nunca sairão de minha mente. Talvez um dos momentos mais belos de minha vida tenha sido presenciar o momento em que os companheiros de cela descobriram o real motivo porque estavam ali. Muitos diziam intuitivamente: "não estou aqui por que quis, fui obrigado pela vida", mas quando compreendiam mais profundamente os mecanismos do Estado que os jogaram lá, ficavam com uma expressão diferente, diria até felizes por entenderem o mundo.
As aulas logo começaram a surtir efeito. Fui chamado duas vezes pelo diretor que sempre repetia que aquilo "era perigoso" e "que não via a hora em que eu sairia dali" chegando a dizer, no dia de minha libertação, que "já estava se sentindo aliviado por eu ter saído da cela". O que ele desconhecia é que além de termos comprado alguns livros: "Citações do Presidente Mao", "O Manifesto do Partido Comunista" e o "Compêndio de Historia da URSS", ainda deixei um professor substituto em meu lugar.
A situação dentro das Celas
"A vida de um preso para muitos lá fora não vale nada, mais aqui dentro é diferente a vida de cada um de nós vale muito, pois aqui somos irmãos e a vida de um é a vida de todos e a única maneira de nos mantermos vivos e suportarmos esta situação é nos mantermos unidos e organizados".
Quase todas as tarefas de organização como limpeza e distribuição de pertences das visitas (conhecidas como "natal"), é realizada por detentos. Mas isto não garante que a situação deles melhore, pois o que mais se ouve é que as condições têm piorado sensivelmente dentro dos cárceres. O problema principal que todos levantam refere- se à alimentação, acompanhada da superlotação. Segundos os detentos "como irão agüentar aquela vida sem uma alimentação que garanta minimamente a sobrevivência!"
Ao meio-dia chegou o almoço: arroz azedo -já quase podre-, macarrão azedo e uma salsicha já preta. De acordo com os relatos, todos estavam dispostos a não comer aquela comida estragada e queriam fazer alguma coisa a respeito. Imediatamente após distribuírem as marmitas se iniciou uma reunião tendo como pauta a alimentação. Surgiu a proposta de greve de fome por 72 horas, e se não surtisse efeito, rebelião. Palavra esta mais que temida pela diretoria do presídio e pelo estado. Logo começaram a circular comunicados entre as celas seguidos de visitas às mesmas, era quase uma unanimidade a greve de fome. No 1º dia, somente 4 celas dum total de 14 se recusaram a participar, mais logo no 2º dia houve adesão de duas delas, totalizando 12 celas em greve. A fome era amenizada pelos cigarros e alimentos doados por parentes dos detentos de forma que se garantisse o mínimo de duas colheres de alimento para cada preso da cela. A tensão aumentava a cada minuto pois a rebelião segundo os presos era um recurso que sempre gerava conseqüências para todos, principalmente para eles. No dia 26 a tensão era visível no rosto de todos e para piorar a qualidade da marmita caiu no segundo e terceiro dia, chegando a vir bofe com larvas de varejeira. Porém, o assunto "Rebelião" era evitado por todos. Na madrugada do dia de nossa libertação, o movimento foi vitorioso! Trocou- se a fornecedora da quentinha.
Os Doentes
Dentro da cela tínhamos quatro tuberculosos e um portador de HIV, o que exigia cuidados especiais. Estes cuidados eram dados pelos próprios detentos, pois a solicitação de médicos sempre era negada pela diretoria. Os tuberculosos ficavam sempre, por medida de segurança, próximos da porta da carceragem e o soropositivo sempre deitado. Havia uma comissão responsável pelo banho dessas pessoas caso elas não conseguissem lavar- se sozinhas. No que se refere à alimentação, tinham preferência em comer mais. A limpeza da cela era realizada em sistema de rodízio: todos participavam e eram realizadas 3 lavagens do chão por dia e 4 lavagens dos banheiros, conhecidos como "boi".
Tortura, flagrantes forjados e corrupção
Mais de 80% dos detentos foram presos sob alegação de pequenos delitos como furto, porte de arma e uso de drogas. Porém o que mais me chamou a atenção foi que quase todos que entram nas celas possuem marcas visíveis de tortura. Um exemplo é Waldemir Jesus dos Santos: preso com a acusação de tráfico de drogas. Tinha 25 marcas de queimaduras provocadas por ponta de cigarro no pescoço, o que é uma prática muito comum dos policiais para o obrigar os detentos a assinarem confissões. No caso de Waldemir, chegaram a cobrar R$ 500,00 para soltá-lo, o que também é muito comum.
É cobrada uma taxa para tudo que entra ou sai nas celas. Esse "pedágio" é pago aos policiais e é divido entre estes e a diretoria do presídio. Comida, pão, café, de tudo se rouba um pouco, chegando-se ao absurdo de haver celas especiais para os ricos. Nestas celas se tem apenas o número ideal de presos: 8 e paga-se R$ 1.500,00 adiantado para a direção do presídio, além de R$150,00 por semana a título de aluguel. Além disso, ex-policiais assassinos como os da Chacina da Candelária ou como o famoso "Rambo" de Diadema, têm comida, alojamento e tratamento especial.
Segundo dados do próprio governo o custo de cada preso é em média R$ 950,00. Mas o que se verifica nos cárceres é uma situação subumana. Esses mesmos dados oficiais afirmam que cada alimentação de um detento custa em torno de R$ 5,00. Como pode um prato de comida azeda, como foi visto na Polinter e em Bangu 6, custar R$ 5,00? Segundo denúncias dos próprios detentos, este dinheiro está em contas bancárias de diretores e políticos.
Tudo isto com expressa participação dos Governos Estadual e Federal que além de participar destes "esquemas", que são verdadeiras minas de dinheiro, têm participado paulatinamente do processo de fascistização em todos os níveis da vida carcerária brasileira. São medidas provisórias reeditadas da época do Governo Militar: o isolamento de detentos por até um ano, trinta dias sem direito a qualquer comunicação com o mundo externo, construções de presídios que mais parecem campos de concentração. Tudo com o objetivo de esconder e reprimir com o máximo de truculência o levantamento das massas. Enquanto isso segue toda a campanha de demagogia promovida em torno da pomposamente chamada "Campanha contra a violência e o Crime Organizado".
Uma pergunta feita por um preso, já no meu último dia no cárcere, responde a muita coisa: "Quem será o verdadeiro criminoso, eu que roubei e matei ou o Estado brasileiro que mata e rouba diariamente milhões de pessoas?"
Tortura, corrupção, assassinato, prisões arbitrarias. Nada disto pode deter o ímpeto revolucionário das massas. E o que todo o aparato repressivo tentou fazer trancando-nos em suas masmorras voltou-se contra nossos algozes, pois na prisão estávamos com a parcela mais oprimida das massas e ali nos organizamos e principalmente lutamos, tendo a certeza não apenas de nossa libertação, mas da vitória de todo o povo, o Comunismo!!
Esta certeza ficou mais forte no dia da manifestação organizada por nossos companheiros do lado de fora do presídio. Na ocasião os presos de minha cela cantaram junto comigo "Bandeira Rubra", música revolucionária italiana, cujo refrão diz: "Bandeira rubra deve triunfar, e viva o Comunismo para nos libertar." A expressão de desespero ficou estampada no rosto dos policiais e de toda a diretoria do presídio.
Depois disto me obrigaram a trocar de cela, o que gerou uma grande comoção em muitos, levando alguns de meus companheiros e a mim mesmo às lágrimas. Mas, na nova cela podia ver, no rosto de meus novos companheiros, a avidez por conhecer a historia do povo, o que não foi possível, pois em menos de 3 horas eu seria libertado.
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Políticos sem mandato têm direito a até R$ 26.723 ao mês
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06:34
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Ana Letícia Lelis
Esse é o teto da aposentadoria de parlamentares, que recebem o valor aos 50 anos. E o governo quer elevar idade mínima para aposentadoria do trabalhador
Parlamentares que perderam o mandato recebem aposentadorias proporcionais de, no mínimo, 6.900 reais, com apenas 50 anos de idade. As aposentadorias concedidas pelo Congresso, todas legais, podem chegar a 26.723,13 reais, valor correspondente à atual remuneração dos deputados federais e senadores. No último mês, pelo menos nove deputados e cinco senadores se aposentaram. Outros 15 parlamentares pediram revisão dos valores de seus benefícios.
Generosas aposentadorias são concedidas a todos que contribuíram para o extinto Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC) até 31 de janeiro de 1999. O valor mínimo do benefício é de 6.948,01 reais mensais, depois de o parlamentar haver cumprido oito anos de mandato e completar 50 anos de idade.
Só parlamentares que assumiram a partir de 1.º de fevereiro de 1999 é que são obrigados a cumprir as regras do atual Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), que exige 35 anos de contribuição e um mínimo de 60 anos de idade para pagar a aposentadoria integral.
Num momento em que o governo estuda mudar as regras de aposentadoria dos trabalhadores da iniciativa privada, o sistema dos parlamentares deve permanecer inalterado. Apesar das negativas públicas da presidente Dilma Rousseff, o governo quer estabelecer idade mínima de 65 anos para homens e 60 anos para mulheres para fins de aposentadoria pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Isso depois de 30 anos (mulheres) e 35 anos (homens) de contribuição. O valor máximo do benefício do INSS é de 3.600 reais.
Generosas aposentadorias são concedidas a todos que contribuíram para o extinto Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC) até 31 de janeiro de 1999. O valor mínimo do benefício é de 6.948,01 reais mensais, depois de o parlamentar haver cumprido oito anos de mandato e completar 50 anos de idade.
Só parlamentares que assumiram a partir de 1.º de fevereiro de 1999 é que são obrigados a cumprir as regras do atual Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), que exige 35 anos de contribuição e um mínimo de 60 anos de idade para pagar a aposentadoria integral.
Num momento em que o governo estuda mudar as regras de aposentadoria dos trabalhadores da iniciativa privada, o sistema dos parlamentares deve permanecer inalterado. Apesar das negativas públicas da presidente Dilma Rousseff, o governo quer estabelecer idade mínima de 65 anos para homens e 60 anos para mulheres para fins de aposentadoria pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Isso depois de 30 anos (mulheres) e 35 anos (homens) de contribuição. O valor máximo do benefício do INSS é de 3.600 reais.
(Com Agência Estado)
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Presas contam drama da superlotação na cadeia
quarta-feira, 2 de março de 2011
às
06:26
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Ana Letícia Lelis
O Presídio Feminino de Votorantim terá capacidade para 768 vagas
Notícia publicada na edição de 25/02/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 008 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
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Presídio Feminino
às
05:52
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Ana Letícia Lelis
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